sábado, 8 de janeiro de 2011
Quer aumentar suas vendas ?
Quer aumentar suas vendas, controlar suas finanças, saber se sua empresa está tendo lucro de verdade? Saiba como resolver essas duvidas e muitas outras com o serviço de assessoria e consultoria empresarial. A preços imperdiveis! Corra e envie um e-mail ou ligue agora.
Níveis de Planejamento
Panejamento Estratégico = Abrange toda a organização, projetado para o longo prazo, tendo suas consequências e efeitos estendidos por vários anos, preocupa-se em atingir os objetivos em nível organizacional, conteúdo genérico, sintético e abrangente; É definido pela cúpula da organização, portanto corresponde ao plano maior ao qual todos os demais planos estão subordinados;
Planejamento Tático = Abrange cada departamento ou unidade da organização, objetiva atingir resultados tangíveis; Projetado para médio prazo, geralmente para o exercício anual, conteúdo mais detalhado em nível gerencial;
Planejamento Operacional = Abrange cada tarefa ou atividade específica, projetado para o curto prazo, imediato de ação prática, envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas específicas, sendo detalhado, específico e analítico.
*Obs: O planejamento estratégico deve ser aplicado de maneira integrada e articulada com os planos táticos e operacionais, procurando maximizar os resultados e minimizar as deficiências, respeitando os princípios da maior EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE. As evidências científicas mostram que as organizações que planejam estrategicamente, em geral, alcançam um desempenho superior às demais.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Consultoria para micro e pequenas empresas
Em um cenário de elevada competitividade e aumento do grau de exigência do cliente, quanto à qualidade, preço e atendimento, o empresário vê-se obrigado a estar em constante aprimoramento para manter sua posição no mercado e se possível aumentá-la, com o conseqüente reflexo no faturamento e na lucratividade.
A consultoria empresarial, entendida como em serviço independente, de aconselhamento e prestado por profissional com conhecimentos e habilidades relevantes, constitui-se em um instrumento de apoio a administração de empresas. Observa-se, no entanto, que as micro e pequenas empresas utilizam-se pouco deste serviço, existindo inclusive pouca bibliografia acerca da consultoria com foco nas empresas deste porte, apesar da importância das empresas deste segmento na economia brasileira, que respondem por 99% do total de empresas constituídas e absorvendo aproximadamente 56% da mão-de-obra nacional, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
A concorrência, que até pouco tempo era limitada aos atores locais, passa a ser global, com as grandes redes utilizando-se de parcerias para atender com rapidez e eficiência as demandas locais. Neste contexto, espremido por exigências cada vez maiores, concorrentes cada vez mais numerosos e poderosos, elevada carga tributária, pouca qualificação da mão-de-obra e via de regra pouco conhecimento e habilidade para o trato das questões administrativas, o empresário da Micro e Pequena Empresa (MPE) luta com dificuldade para manter viva a empresa, que normalmente fundou ou recebeu como herança dos pais.
O empreendedor de outrora, arrojado, determinado e com enorme capacidade de trabalho precisa urgentemente passar por uma reciclagem para não ser engolido por um processo de mudança do qual muitas vezes sequer toma consciência, a não ser de forma fragmentada ao analisar seus efeitos práticos: queda nas vendas; infidelidade dos clientes; aumento na concorrência; etc.
Todo empresário depara-se com requisitos essenciais para seu sucesso, podendo ser citados, entre outros: a visão sistêmica, a criatividade, a capacidade de correr riscos calculados, o domínio de todo o seu processo de produção, distribuição e venda, o conhecimento do mercado e de seu cliente, a absorção de técnicas de gestão e principalmente a sua disposição em encarar o novo, não apenas como uma ameaça que veio prejudicar seus negócios, mas sim como uma oportunidade de avanço para todo aquele que entender o processo e antes de opor-se a ele, atuar pró-ativamente, buscando ocupar os espaços que surgem nos momentos de mudança, até uma nova adequação dos agentes sociais.
Para manter a atividade e agregar novos conhecimentos necessários, pode o empresário optar por vários caminhos, sendo que cada um tem seu tempo de maturação, suas vantagens e desvantagens. No entanto, indiferente do caminho a ser seguido, suas opções são: encontrar a solução para os novos desafios internamente, ou buscar apoio externo, para que agregando à cultura organizacional os conhecimentos de um consultor externo, melhore as condições de competitividade da empresa.
A Maxximus Consultoria, demonstra as principais qualidades que tornam o consultor um bom profissional, estão relacionadas com a habilidade de negociar, a capacidade de ouvir mais do que falar, capacidade de identificar onde alojam-se os problemas da empresa, conduta ética, percepção para identificar problemas, verificar causas e propor alternativas de solução.
Para Micro e Pequenas empresas oferecemos um pacote completo a preço acessível, desta forma o empreendedor não terá mais desculpa para não ganhar dinheiro oferecendo serviços de qualidade e sendo competitivo no mercado.
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domingo, 14 de novembro de 2010
Planejamento Estratégico - Visão Panorâmica
Cada vez mais as empresas precisam se organizar e definir seus objetivos e estratégias anuais para que possam atingir os resultados esperados e, até mesmo, contornar possíveis situações que comprometeriam o sucesso dos negócios. Para tanto, torna-se necessário o desenvolvimento de um Planejamento Estratégico.
O planejamento estratégico é um plano que será compartilhado entre todos os responsáveis pela gestão da empresa como forma de planejar um melhor caminho para alcançar melhores resultados no crescimento da mesma.
O ideal é seguir algumas etapas para facilitar este processo:
- Fazer uma avaliação estratégica, levantando pontos fortes e fracos para que, assim possa ser feito, um estudo sobre o ambiente externo em que a empresa se coloca;
- Definir quais são as prioridades, por onde começar, sempre potencializando os pontos fortes da empresa e minimizando ou sanando os pontos fracos;
- Definir as tarefas de todos, quem fará o que;
- Monitorar todos os processos para garantir que saia conforme o planejado;
Com estas etapas ficará mais fácil ter uma base de como será o futuro da empresa, delegar tarefas, saber dos custos, faturamento e alcançar o sucesso almejado. Para um melhor planejamento faz-se necessário contratar um Consultor externo, pois ele poderá identificar pontos fracos que o empreendedor ou Gestor interno dificilmente encontrará.
Portanto, entre em contato!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Como abrir empresa e ganhar dinheiro na Copa do mundo de 2014 ?
Estimativa é que Mundial de 2014 receba 650 mil estrangeiros, ante 350 mil da Copa do Mundo da África do Sul.
Os turistas que foram à África do Sul assistir aos jogos da Copa eram, na maioria, homens europeus ou americanos de alta renda. Gastaram, em média, R$ 11,4 mil, excluindo passagens, e passaram 17,6 dias no país.
Os números constam em uma pesquisa da FGV encomendada pelo Ministério do Turismo para subsidiar as ações governamentais para a Copa do Mundo no Brasil.
Foram entrevistadas 4.835 pessoas nas nove cidades-sede da Copa sul-africana. Na amostra colhida pela FGV, 46% eram europeus, e 41%, norte-americanos. Apenas 6% eram africanos, 4%, da Ásia, e 3%, da Oceania.
“[A Copa do] Brasil tem muita similaridade com a da África, por estar a mais de cinco horas de voo dos principais centros emissores de turistas”, afirmou à Folha o ministro do Turismo, Luiz Barretto.
“Acreditamos que os turistas da Copa de 2014 terão um perfil parecido em termos de gasto e duração da viagem.”
O Brasil recebe 5 milhões de turistas por ano. Eles ficam, em média, 12 dias no país, com um gasto diário de US$ 68 (R$ 120). Na Copa, se os números da pesquisa se repetirem, além de ficarem cinco dias a mais, o gasto diário subirá para R$ 650.
Algumas firmas já estabelecidas no mercado poderão aumentar a renda trabalhando desde já, em planejamento e escolha de produtos a serem explorados durante a temporada de jogos no país.
E pra quem não sabia em quê investir, A Copa do Mundo poderá ser um bom estímulo de idéias.
Acompanhe algumas dicas:
1º)Fábrica de confecções;
2º)Estamparia;
3º)Fábrica de brindes promocionais;
4º)Som e iluminação;
5º)Bares e Lanchonetes;
6º)Curso de inglês;
7º)Turismo e Hotelaria, etc.
*OBS: Apostar no estilo típico de cada estado brasileiro em que está estabelecido o seu negócio , e na valorização do turista estrangeiro, é a dica de sucesso.
Para estes negócios de inculbadoras ou que já existam é necessário planejamento estratégico, treinamento de equipe e uma boa estrutura para um melhor atendimento ao público estrangeiro e nacional. A Maxximus Consultoria está preparada para ajudar o empreendedor com idéias inovadoras e criativas que farão não somente com que o estabelecimento venda, mas atinga um degrau diferenciado de sucesso.
Adm. Luis Cláudio
Consultor e Professor
Os turistas que foram à África do Sul assistir aos jogos da Copa eram, na maioria, homens europeus ou americanos de alta renda. Gastaram, em média, R$ 11,4 mil, excluindo passagens, e passaram 17,6 dias no país.
Os números constam em uma pesquisa da FGV encomendada pelo Ministério do Turismo para subsidiar as ações governamentais para a Copa do Mundo no Brasil.
Foram entrevistadas 4.835 pessoas nas nove cidades-sede da Copa sul-africana. Na amostra colhida pela FGV, 46% eram europeus, e 41%, norte-americanos. Apenas 6% eram africanos, 4%, da Ásia, e 3%, da Oceania.
“[A Copa do] Brasil tem muita similaridade com a da África, por estar a mais de cinco horas de voo dos principais centros emissores de turistas”, afirmou à Folha o ministro do Turismo, Luiz Barretto.
“Acreditamos que os turistas da Copa de 2014 terão um perfil parecido em termos de gasto e duração da viagem.”
O Brasil recebe 5 milhões de turistas por ano. Eles ficam, em média, 12 dias no país, com um gasto diário de US$ 68 (R$ 120). Na Copa, se os números da pesquisa se repetirem, além de ficarem cinco dias a mais, o gasto diário subirá para R$ 650.
Algumas firmas já estabelecidas no mercado poderão aumentar a renda trabalhando desde já, em planejamento e escolha de produtos a serem explorados durante a temporada de jogos no país.
E pra quem não sabia em quê investir, A Copa do Mundo poderá ser um bom estímulo de idéias.
Acompanhe algumas dicas:
1º)Fábrica de confecções;
2º)Estamparia;
3º)Fábrica de brindes promocionais;
4º)Som e iluminação;
5º)Bares e Lanchonetes;
6º)Curso de inglês;
7º)Turismo e Hotelaria, etc.
*OBS: Apostar no estilo típico de cada estado brasileiro em que está estabelecido o seu negócio , e na valorização do turista estrangeiro, é a dica de sucesso.
Para estes negócios de inculbadoras ou que já existam é necessário planejamento estratégico, treinamento de equipe e uma boa estrutura para um melhor atendimento ao público estrangeiro e nacional. A Maxximus Consultoria está preparada para ajudar o empreendedor com idéias inovadoras e criativas que farão não somente com que o estabelecimento venda, mas atinga um degrau diferenciado de sucesso.
Adm. Luis Cláudio
Consultor e Professor
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Planejamento Estratégico
O Planejamento no ramo empresarial é uma ferramenta administrativa que auxilia o setor gerencial na demonstração da realidade, mostrando os caminhos, referência de futuro, estrutura do processo de produção e faz com que o empresário e gestores avaliem e tomem decisões mais acertadas na direção de uma empresa em nível global.
Muitas de nossas ações não necessitam de planejamento, porque estamos sempre agindo, e antecipando os resultados, mesmo que não estejamos completamente cientes, o problema é que abrimos um grande abismo á longo prazo para surpresas desagradáveis.
O planejamento é uma bússola na tomada de decisões. Portanto, ele serve para agirmos com mais freqüência na busca de uma melhor eficiência e eficácia dos resultados.
O planejamento não precisa ser engessado, as pessoas acham que ele não possa sofrer modificações ao longo do tempo dentro de uma empresa, este pensamento está ultrapassado, porque vivemos em um ambiente de incertezas e de grande concorrência em nível global, as empresas utilizam-se da inovação e criatividade para atender novas demandas de clientes por produtos e serviços globalizados.
O planejamento também é necessário quando a adaptação das ações é coagida, por exemplo, por um ambiente crítico envolvendo alto risco ou alto custo, por uma atividade em parceria com mais alguém, ou por uma atividade que necessite estar sincronizada com um sistema dinâmico.
O gestor deve ter em mente que o processo da criação do planejamento pode ser demorado, complicado, que consome tempo e dinheiro, mas o retorno deste planejamento é recompensador e realmente necessário em relação ao custo x benefício. Recomenda-se que contrate um consultor administrativo externo ou empresa especializada em Administração de Empresas, objetivando uma melhor avaliação do planejamento traçado para a empresa ou na sua elaboração e manutenção de novas idéias estratégicas.
É importante que o planejamento seja entendido como um processo cíclico e prático das determinações do plano, o que lhe garante continuidade, havendo uma constante realimentação de situações, propostas, resultados e soluções, lhe conferindo assim dinamismo, interatividade, num processo contínuo de tomada de decisões.
Autor: Adm.Luis Cláudio
Muitas de nossas ações não necessitam de planejamento, porque estamos sempre agindo, e antecipando os resultados, mesmo que não estejamos completamente cientes, o problema é que abrimos um grande abismo á longo prazo para surpresas desagradáveis.
O planejamento é uma bússola na tomada de decisões. Portanto, ele serve para agirmos com mais freqüência na busca de uma melhor eficiência e eficácia dos resultados.
O planejamento não precisa ser engessado, as pessoas acham que ele não possa sofrer modificações ao longo do tempo dentro de uma empresa, este pensamento está ultrapassado, porque vivemos em um ambiente de incertezas e de grande concorrência em nível global, as empresas utilizam-se da inovação e criatividade para atender novas demandas de clientes por produtos e serviços globalizados.
O planejamento também é necessário quando a adaptação das ações é coagida, por exemplo, por um ambiente crítico envolvendo alto risco ou alto custo, por uma atividade em parceria com mais alguém, ou por uma atividade que necessite estar sincronizada com um sistema dinâmico.
O gestor deve ter em mente que o processo da criação do planejamento pode ser demorado, complicado, que consome tempo e dinheiro, mas o retorno deste planejamento é recompensador e realmente necessário em relação ao custo x benefício. Recomenda-se que contrate um consultor administrativo externo ou empresa especializada em Administração de Empresas, objetivando uma melhor avaliação do planejamento traçado para a empresa ou na sua elaboração e manutenção de novas idéias estratégicas.
É importante que o planejamento seja entendido como um processo cíclico e prático das determinações do plano, o que lhe garante continuidade, havendo uma constante realimentação de situações, propostas, resultados e soluções, lhe conferindo assim dinamismo, interatividade, num processo contínuo de tomada de decisões.
Autor: Adm.Luis Cláudio
sábado, 1 de maio de 2010
Repensando as funções da Gerência
Será que as funções tradicionais da gerência ainda correspondem com eficácia às novas necessidades do mercado?
Parece que quanto mais se mexe, mais inconformidades aparecem, e sinceramente, creio que tem que ser assim. O questionamento sobre a eficácia e eficiência das funções gerenciais deveria ser permanente. Todos nós sabemos que a única coisa constante hoje em dia é a mudança e quem não se atualiza e se questiona, praticamente está andando para trás.Tanto no meio empresarial, como no acadêmico tem se dado muita importância aos modelos de gestão que permanentemente se renovam, e nas rodas de empresários, diretores e consultores, fala mais alto aquele que conhece a última sigla (em inglês claro!). Porém, pouca ou nenhuma importância está se dando a adequação das funções tradicionais de gestão, junto a essas modalidades e às próprias necessidades do mercado local.
Fico observando por exemplo, quando as pessoas assistem à palestras, congressos, workshop,seminário e outros eventos.Estão cheias de gás, entusiasmadas e determinadas a fazer acontecer e lutar contra a inércia e o comodismo dos condicionamentos.Mas quando começam a encontrar barreiras e até críticas por querer melhorar algum procedimento ou processo, acabam desistindo logo no terceiro ou quinto dia.
Então fico me perguntando, qual foi o objetivo de mandar esta pessoa para o seminário? Foi só para aprender alguma coisa? Ou foi para aplicar alguma melhoria na empresa? Se o motivo real é o primeiro, então, é melhor comprar alguns livros para ler. Custa menos e a pessoa não tem que se ausentar da empresa, perdendo um tempo precioso.
Um dos paradigmas que mais tem limitado as organizações de alcançar maiores participações no mercado, ainda é o pressuposto: “Eu penso e você executa”. Nenhum ser humano se sujeita a isso 100%. Pode até tolerar por que precisa do emprego, mas o intolerável, mesmo sem perceber, é transformado em rebeldia.
Qual a melhor maneira de reverter essa situação? A experiência tem demonstrado que é preciso dar oportunidades às pessoas de participar mais diretamente na vida da organização. Não só executando, como também refletindo e buscando melhores níveis de desempenho, chegando a participar na execução das suas próprias idéias e sugestões. Isto é, provocando a capacidade criativa e desenvolvendo a competência coletiva, aprendendo uns com os outros.
Algo que aproxima e motiva muito as pessoas nas empresas é o aprendizado em equipe. O aprendizado não pode continuar sendo realizado como uma reação às crises, ou simplesmente reativo. Ele tem que ser planejado e executado como aliado indispensável em qualquer processo de mudança estratégica, de tal forma que seja um impulsionador convergente aos objetivos estabelecidos.
A nova onda nas empresas para desenvolver vantagens competitivas é a inovação por meio do potencial humano, popularmente chamada de gestão de RH. Pesquisas realizadas pelo Hay Group do Brasil e pelo Serasa de São Paulo, onde se pesquisaram as 185 melhores empresas na gestão de pessoas; constataram que as 35 melhores com relação ao clima organizacional tinham em média 38% de margem líquida maior.Isso, além de uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido 25% superior às outras.Essa é maior prova de que vale a pena investir nas pessoas e no desempenho da organização.
Não é a toa que vários empresários visionários já quantificaram os prejuízos que tem ao contratar impulsivamente e pelas simples indicações de parentes e amigos. Um grupo menor ainda está utilizando os meios de comunicação em massa, como televisão e a Internet para, por meio de jogos empresariais, selecionar aqueles que mais se destacam. É a Gestão com foco em pessoas.
Estas mudanças de mercado estão obrigando as empresas e líderes a mudar seu atual sistema de tomada de decisões, para um novo sistema que seja:
a) mais participativo, estimulando e valorizando as experiências e conhecimentos adquiridos;
b) mais rápido, com decisões tomadas por quem está mais perto do problema, e não pela complicada e burocrática linha hierárquica;
c) mais eficiente e eficaz, utilizando e compartilhando o conhecimento e a inteligência de um número maior de pessoas, e não apenas dos gerentes.
Minha intenção nesta serie de artigo é encorajar você empresário/diretor, para que se questione o tempo todo, aceite o desafio e desenvolva seu próprio modelo de gestão do negócio. Invista nos processos e na inovação por meio das pessoas. Até o próximo artigo!
Por Federico Amory (Consultor, professor e diretor da Amory Serviços S/C Ltda, especializada em Reestruturação organizacional e inovação na gestão do negócio - http://www.empresa-eficaz.com.br – mail to: ee@empresa-eficaz.com.br)
Parece que quanto mais se mexe, mais inconformidades aparecem, e sinceramente, creio que tem que ser assim. O questionamento sobre a eficácia e eficiência das funções gerenciais deveria ser permanente. Todos nós sabemos que a única coisa constante hoje em dia é a mudança e quem não se atualiza e se questiona, praticamente está andando para trás.Tanto no meio empresarial, como no acadêmico tem se dado muita importância aos modelos de gestão que permanentemente se renovam, e nas rodas de empresários, diretores e consultores, fala mais alto aquele que conhece a última sigla (em inglês claro!). Porém, pouca ou nenhuma importância está se dando a adequação das funções tradicionais de gestão, junto a essas modalidades e às próprias necessidades do mercado local.
Fico observando por exemplo, quando as pessoas assistem à palestras, congressos, workshop,seminário e outros eventos.Estão cheias de gás, entusiasmadas e determinadas a fazer acontecer e lutar contra a inércia e o comodismo dos condicionamentos.Mas quando começam a encontrar barreiras e até críticas por querer melhorar algum procedimento ou processo, acabam desistindo logo no terceiro ou quinto dia.
Então fico me perguntando, qual foi o objetivo de mandar esta pessoa para o seminário? Foi só para aprender alguma coisa? Ou foi para aplicar alguma melhoria na empresa? Se o motivo real é o primeiro, então, é melhor comprar alguns livros para ler. Custa menos e a pessoa não tem que se ausentar da empresa, perdendo um tempo precioso.
Um dos paradigmas que mais tem limitado as organizações de alcançar maiores participações no mercado, ainda é o pressuposto: “Eu penso e você executa”. Nenhum ser humano se sujeita a isso 100%. Pode até tolerar por que precisa do emprego, mas o intolerável, mesmo sem perceber, é transformado em rebeldia.
Qual a melhor maneira de reverter essa situação? A experiência tem demonstrado que é preciso dar oportunidades às pessoas de participar mais diretamente na vida da organização. Não só executando, como também refletindo e buscando melhores níveis de desempenho, chegando a participar na execução das suas próprias idéias e sugestões. Isto é, provocando a capacidade criativa e desenvolvendo a competência coletiva, aprendendo uns com os outros.
Algo que aproxima e motiva muito as pessoas nas empresas é o aprendizado em equipe. O aprendizado não pode continuar sendo realizado como uma reação às crises, ou simplesmente reativo. Ele tem que ser planejado e executado como aliado indispensável em qualquer processo de mudança estratégica, de tal forma que seja um impulsionador convergente aos objetivos estabelecidos.
A nova onda nas empresas para desenvolver vantagens competitivas é a inovação por meio do potencial humano, popularmente chamada de gestão de RH. Pesquisas realizadas pelo Hay Group do Brasil e pelo Serasa de São Paulo, onde se pesquisaram as 185 melhores empresas na gestão de pessoas; constataram que as 35 melhores com relação ao clima organizacional tinham em média 38% de margem líquida maior.Isso, além de uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido 25% superior às outras.Essa é maior prova de que vale a pena investir nas pessoas e no desempenho da organização.
Não é a toa que vários empresários visionários já quantificaram os prejuízos que tem ao contratar impulsivamente e pelas simples indicações de parentes e amigos. Um grupo menor ainda está utilizando os meios de comunicação em massa, como televisão e a Internet para, por meio de jogos empresariais, selecionar aqueles que mais se destacam. É a Gestão com foco em pessoas.
Estas mudanças de mercado estão obrigando as empresas e líderes a mudar seu atual sistema de tomada de decisões, para um novo sistema que seja:
a) mais participativo, estimulando e valorizando as experiências e conhecimentos adquiridos;
b) mais rápido, com decisões tomadas por quem está mais perto do problema, e não pela complicada e burocrática linha hierárquica;
c) mais eficiente e eficaz, utilizando e compartilhando o conhecimento e a inteligência de um número maior de pessoas, e não apenas dos gerentes.
Minha intenção nesta serie de artigo é encorajar você empresário/diretor, para que se questione o tempo todo, aceite o desafio e desenvolva seu próprio modelo de gestão do negócio. Invista nos processos e na inovação por meio das pessoas. Até o próximo artigo!
Por Federico Amory (Consultor, professor e diretor da Amory Serviços S/C Ltda, especializada em Reestruturação organizacional e inovação na gestão do negócio - http://www.empresa-eficaz.com.br – mail to: ee@empresa-eficaz.com.br)
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