segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Balanced Scorecard




O principal objetivo do BSC (Balanced Scorecard) é o alinhamento do planejamento estratégico com as ações operacionais da empresa. Esse objetivo é alcançado pelas seguintes ações:

-Esclarecer e traduzir a visão e a estratégia - É frequente as organizações possuírem uma visão e estratégias que não são devidamente esclarecidas e discutidas. A clarificação e tradução da visão estratégica, pelos membros da organização, facilita o seu sucesso. Definir o mapa estratégico através de uma sequência de relações causa e efeito entre resultados e vetores de desempenho o Balanced Scoredcard ajuda a esclarecer as ações a empreender. Este método também contribui para a criação de consensos, entre os gestores, da visão e estratégia da organização.

-Comunicar e associar objetivos e medidas estratégicos - Comunicar e interligar objectivos e indicadores estratégicos - o comprometimento dos colaboradores com a organização só existe quando as metas que visam obter se encontram alinhadas com os objectivos e expectativas dos gestores. Se o sucesso da organização depende dos objectivos estratégicos da organização serem atingidos, tal meta só se afigura possível quando os colaboradores os conhecem e reconhecem como seus.

-O colaborador esforçar-se-á na mesma medida e proporção em que conhecer as intenções estratégicas da empresa e se rever nelas. A estratégia de comunicação poderá sustentar-se no próprio canal interno de comunicação, a intranet, newsletters, por ex.

Planejar, estabelecer metas e alinhar iniciativas estratégicas -os gestores devem identificar metas desafiantes para os seus funcionários, definir processos internos, planejar a performance financeira e o crescimento. A definição de objetivos conduz à mensuração dos mesmos comprometendo os colaboradores na redução do tempo de execução das tarefas; na introdução consolidada de produtos no mercado e no aumento da sua capacitação e competências.

-Melhorar o feedback e o aprendizado estratégico - permite monitorizar continuamente a organização, girando à volta de quatro questões/visões:

Perspectiva Financeira
Como é que aparecemos aos nossos acionistas?
 
Perspectiva de Clientes 
Como é que os clientes nos vêem?
 
Perspectiva de processos internos
Em que temos de ser excelentes? 
 
Perspectiva de aprendizagem e crescimento 
Como podemos melhorar e criar valor?
 


sábado, 8 de janeiro de 2011

Quer aumentar suas vendas ?


Quer aumentar suas vendas, controlar suas finanças, saber se sua empresa está tendo lucro de verdade? Saiba como resolver essas duvidas e muitas outras com o serviço de assessoria e consultoria empresarial. A preços imperdiveis! Corra e envie um e-mail ou ligue agora.

Níveis de Planejamento


Panejamento Estratégico = Abrange toda a organização, projetado para o longo prazo, tendo suas consequências e efeitos estendidos por vários anos, preocupa-se em atingir os objetivos em nível organizacional, conteúdo genérico, sintético e abrangente; É definido pela cúpula da organização, portanto corresponde ao plano maior ao qual todos os demais planos estão subordinados;
Planejamento Tático = Abrange cada departamento ou unidade da organização, objetiva atingir resultados tangíveis; Projetado para médio prazo, geralmente para o exercício anual, conteúdo mais detalhado em nível gerencial;
Planejamento Operacional = Abrange cada tarefa ou atividade específica, projetado para o curto prazo, imediato de ação prática, envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas específicas, sendo detalhado, específico e analítico.

*Obs: O planejamento estratégico deve ser aplicado de maneira integrada e articulada com os planos táticos e operacionais, procurando maximizar os resultados e minimizar as deficiências, respeitando os princípios da maior EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE. As evidências científicas mostram que as organizações que planejam estrategicamente, em geral, alcançam um desempenho superior às demais.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Consultoria para micro e pequenas empresas

Em um cenário de elevada competitividade e aumento do grau de exigência do cliente, quanto à qualidade, preço e atendimento, o empresário vê-se obrigado a estar em constante aprimoramento para manter sua posição no mercado e se possível aumentá-la, com o conseqüente reflexo no faturamento e na lucratividade. 

A consultoria empresarial, entendida como em serviço independente, de aconselhamento e prestado por profissional com conhecimentos e habilidades relevantes, constitui-se em um instrumento de apoio a administração de empresas. Observa-se, no entanto, que as micro e pequenas empresas utilizam-se pouco deste serviço, existindo inclusive pouca bibliografia acerca da consultoria com foco nas empresas deste porte, apesar da importância das empresas deste segmento na economia brasileira, que respondem por 99% do total de empresas constituídas e absorvendo aproximadamente 56% da mão-de-obra nacional, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A concorrência, que até pouco tempo era limitada aos atores locais, passa a ser global, com as grandes redes utilizando-se de parcerias para atender com rapidez e eficiência as demandas locais. Neste contexto, espremido por exigências cada vez maiores, concorrentes cada vez mais numerosos e poderosos, elevada carga tributária, pouca qualificação da mão-de-obra e via de regra pouco conhecimento e habilidade para o trato das questões administrativas, o empresário da Micro e Pequena Empresa (MPE) luta com dificuldade para manter viva a empresa, que normalmente fundou ou recebeu como herança dos pais.

O empreendedor de outrora, arrojado, determinado e com enorme capacidade de trabalho precisa urgentemente passar por uma reciclagem para não ser engolido por um processo de mudança do qual muitas vezes sequer toma consciência, a não ser de forma fragmentada ao analisar seus efeitos práticos: queda nas vendas; infidelidade dos clientes; aumento na concorrência; etc.

Todo empresário depara-se com requisitos essenciais para seu sucesso, podendo ser citados, entre outros: a visão sistêmica, a criatividade, a capacidade de correr riscos calculados, o domínio de todo o seu processo de produção, distribuição e venda, o conhecimento do mercado e de seu cliente, a absorção de técnicas de gestão e principalmente a sua disposição em encarar o novo, não apenas como uma ameaça que veio prejudicar seus negócios, mas sim como uma oportunidade de avanço para todo aquele que entender o processo e antes de opor-se a ele, atuar pró-ativamente, buscando ocupar os espaços que surgem nos momentos de mudança, até uma nova adequação dos agentes sociais.

Para manter a atividade e agregar novos conhecimentos necessários, pode o empresário optar por vários caminhos, sendo que cada um tem seu tempo de maturação, suas vantagens e desvantagens. No entanto, indiferente do caminho a ser seguido, suas opções são: encontrar a solução para os novos desafios internamente, ou buscar apoio externo, para que agregando à cultura organizacional os conhecimentos de um consultor externo, melhore as condições de competitividade da empresa.

A Maxximus Consultoria, demonstra as principais qualidades que tornam o consultor um bom profissional, estão relacionadas com a habilidade de negociar, a capacidade de ouvir mais do que falar, capacidade de identificar onde alojam-se os problemas da empresa, conduta ética, percepção para identificar problemas, verificar causas e propor alternativas de solução.

Para   Micro  e Pequenas  empresas  oferecemos  um    pacote   completo  a  preço  acessível, desta forma o empreendedor   não   terá    mais   desculpa   para   não   ganhar    dinheiro  oferecendo   serviços   de qualidade e  sendo competitivo  no    mercado.

domingo, 14 de novembro de 2010

Planejamento Estratégico - Visão Panorâmica



Cada vez mais as empresas precisam se organizar e definir seus objetivos e estratégias anuais para que possam atingir os resultados esperados e, até mesmo, contornar possíveis situações que comprometeriam o sucesso dos negócios. Para tanto, torna-se necessário o desenvolvimento de um Planejamento Estratégico.




O planejamento estratégico é um plano que será compartilhado entre todos os responsáveis pela gestão da empresa como forma de planejar um melhor caminho para alcançar melhores resultados no crescimento da mesma.



O ideal é seguir algumas etapas para facilitar este processo:



- Fazer uma avaliação estratégica, levantando pontos fortes e fracos para que, assim possa ser feito, um estudo sobre o ambiente externo em que a empresa se coloca;



- Definir quais são as prioridades, por onde começar, sempre potencializando os pontos fortes da empresa e minimizando ou sanando os pontos fracos;



- Definir as tarefas de todos, quem fará o que;



- Monitorar todos os processos para garantir que saia conforme o planejado;



Com estas etapas ficará mais fácil ter uma base de como será o futuro da empresa, delegar tarefas, saber dos custos, faturamento e alcançar o sucesso almejado. Para um melhor planejamento faz-se necessário contratar um Consultor externo, pois ele poderá identificar pontos fracos que o empreendedor ou Gestor interno dificilmente encontrará.

Portanto, entre em contato!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Como abrir empresa e ganhar dinheiro na Copa do mundo de 2014 ?

Estimativa é que Mundial de 2014 receba 650 mil estrangeiros, ante 350 mil da Copa do Mundo da África do Sul.
Os turistas que foram à África do Sul assistir aos jogos da Copa eram, na maioria, homens europeus ou americanos de alta renda. Gastaram, em média, R$ 11,4 mil, excluindo passagens, e passaram 17,6 dias no país.
Os números constam em uma pesquisa da FGV encomendada pelo Ministério do Turismo para subsidiar as ações governamentais para a Copa do Mundo no Brasil.
Foram entrevistadas 4.835 pessoas nas nove cidades-sede da Copa sul-africana. Na amostra colhida pela FGV, 46% eram europeus, e 41%, norte-americanos. Apenas 6% eram africanos, 4%, da Ásia, e 3%, da Oceania.
“[A Copa do] Brasil tem muita similaridade com a da África, por estar a mais de cinco horas de voo dos principais centros emissores de turistas”, afirmou à Folha o ministro do Turismo, Luiz Barretto.
“Acreditamos que os turistas da Copa de 2014 terão um perfil parecido em termos de gasto e duração da viagem.”
O Brasil recebe 5 milhões de turistas por ano. Eles ficam, em média, 12 dias no país, com um gasto diário de US$ 68 (R$ 120). Na Copa, se os números da pesquisa se repetirem, além de ficarem cinco dias a mais, o gasto diário subirá para R$ 650.
Algumas firmas já estabelecidas no mercado poderão aumentar a renda trabalhando desde já, em planejamento e escolha de produtos a serem explorados durante a temporada de jogos no país.

E pra quem não sabia em quê investir, A Copa do Mundo poderá ser um bom estímulo de idéias.

Acompanhe algumas dicas:

1º)Fábrica de confecções;
2º)Estamparia;
3º)Fábrica de brindes promocionais;
4º)Som e iluminação;
5º)Bares e Lanchonetes;
6º)Curso de inglês;
7º)Turismo e Hotelaria, etc.

*OBS: Apostar no estilo típico de cada estado brasileiro em que está estabelecido o seu negócio , e na valorização do turista estrangeiro, é a dica de sucesso.

Para estes negócios de inculbadoras ou que já existam é necessário planejamento estratégico, treinamento de equipe e uma boa estrutura para um melhor atendimento ao público estrangeiro e nacional. A Maxximus Consultoria está preparada para ajudar o empreendedor com idéias inovadoras e criativas que farão não somente com que o estabelecimento venda, mas atinga um degrau diferenciado de sucesso.


Adm. Luis Cláudio
Consultor e Professor

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Planejamento Estratégico

O Planejamento no ramo empresarial é uma ferramenta administrativa que auxilia o setor gerencial na demonstração da realidade, mostrando os caminhos, referência de futuro, estrutura do processo de produção e faz com que o empresário e gestores avaliem e tomem decisões mais acertadas na direção de uma empresa em nível global.
Muitas de nossas ações não necessitam de planejamento, porque estamos sempre agindo, e antecipando os resultados, mesmo que não estejamos completamente cientes, o problema é que abrimos um grande abismo á longo prazo para surpresas desagradáveis.
O planejamento é uma bússola na tomada de decisões. Portanto, ele serve para agirmos com mais freqüência na busca de uma melhor eficiência e eficácia dos resultados.
O planejamento não precisa ser engessado, as pessoas acham que ele não possa sofrer modificações ao longo do tempo dentro de uma empresa, este pensamento está ultrapassado, porque vivemos em um ambiente de incertezas e de grande concorrência em nível global, as empresas utilizam-se da inovação e criatividade para atender novas demandas de clientes por produtos e serviços globalizados.
O planejamento também é necessário quando a adaptação das ações é coagida, por exemplo, por um ambiente crítico envolvendo alto risco ou alto custo, por uma atividade em parceria com mais alguém, ou por uma atividade que necessite estar sincronizada com um sistema dinâmico.
O gestor deve ter em mente que o processo da criação do planejamento pode ser demorado, complicado, que consome tempo e dinheiro, mas o retorno deste planejamento é recompensador e realmente necessário em relação ao custo x benefício. Recomenda-se que contrate um consultor administrativo externo ou empresa especializada em Administração de Empresas, objetivando uma melhor avaliação do planejamento traçado para a empresa ou na sua elaboração e manutenção de novas idéias estratégicas.
É importante que o planejamento seja entendido como um processo cíclico e prático das determinações do plano, o que lhe garante continuidade, havendo uma constante realimentação de situações, propostas, resultados e soluções, lhe conferindo assim dinamismo, interatividade, num processo contínuo de tomada de decisões.

Autor: Adm.Luis Cláudio