O Planejamento no ramo empresarial é uma ferramenta administrativa que auxilia o setor gerencial na demonstração da realidade, mostrando os caminhos, referência de futuro, estrutura do processo de produção e faz com que o empresário e gestores avaliem e tomem decisões mais acertadas na direção de uma empresa em nível global.
Muitas de nossas ações não necessitam de planejamento, porque estamos sempre agindo, e antecipando os resultados, mesmo que não estejamos completamente cientes, o problema é que abrimos um grande abismo á longo prazo para surpresas desagradáveis.
O planejamento é uma bússola na tomada de decisões. Portanto, ele serve para agirmos com mais freqüência na busca de uma melhor eficiência e eficácia dos resultados.
O planejamento não precisa ser engessado, as pessoas acham que ele não possa sofrer modificações ao longo do tempo dentro de uma empresa, este pensamento está ultrapassado, porque vivemos em um ambiente de incertezas e de grande concorrência em nível global, as empresas utilizam-se da inovação e criatividade para atender novas demandas de clientes por produtos e serviços globalizados.
O planejamento também é necessário quando a adaptação das ações é coagida, por exemplo, por um ambiente crítico envolvendo alto risco ou alto custo, por uma atividade em parceria com mais alguém, ou por uma atividade que necessite estar sincronizada com um sistema dinâmico.
O gestor deve ter em mente que o processo da criação do planejamento pode ser demorado, complicado, que consome tempo e dinheiro, mas o retorno deste planejamento é recompensador e realmente necessário em relação ao custo x benefício. Recomenda-se que contrate um consultor administrativo externo ou empresa especializada em Administração de Empresas, objetivando uma melhor avaliação do planejamento traçado para a empresa ou na sua elaboração e manutenção de novas idéias estratégicas.
É importante que o planejamento seja entendido como um processo cíclico e prático das determinações do plano, o que lhe garante continuidade, havendo uma constante realimentação de situações, propostas, resultados e soluções, lhe conferindo assim dinamismo, interatividade, num processo contínuo de tomada de decisões.
Autor: Adm.Luis Cláudio
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Repensando as funções da Gerência
Será que as funções tradicionais da gerência ainda correspondem com eficácia às novas necessidades do mercado?
Parece que quanto mais se mexe, mais inconformidades aparecem, e sinceramente, creio que tem que ser assim. O questionamento sobre a eficácia e eficiência das funções gerenciais deveria ser permanente. Todos nós sabemos que a única coisa constante hoje em dia é a mudança e quem não se atualiza e se questiona, praticamente está andando para trás.Tanto no meio empresarial, como no acadêmico tem se dado muita importância aos modelos de gestão que permanentemente se renovam, e nas rodas de empresários, diretores e consultores, fala mais alto aquele que conhece a última sigla (em inglês claro!). Porém, pouca ou nenhuma importância está se dando a adequação das funções tradicionais de gestão, junto a essas modalidades e às próprias necessidades do mercado local.
Fico observando por exemplo, quando as pessoas assistem à palestras, congressos, workshop,seminário e outros eventos.Estão cheias de gás, entusiasmadas e determinadas a fazer acontecer e lutar contra a inércia e o comodismo dos condicionamentos.Mas quando começam a encontrar barreiras e até críticas por querer melhorar algum procedimento ou processo, acabam desistindo logo no terceiro ou quinto dia.
Então fico me perguntando, qual foi o objetivo de mandar esta pessoa para o seminário? Foi só para aprender alguma coisa? Ou foi para aplicar alguma melhoria na empresa? Se o motivo real é o primeiro, então, é melhor comprar alguns livros para ler. Custa menos e a pessoa não tem que se ausentar da empresa, perdendo um tempo precioso.
Um dos paradigmas que mais tem limitado as organizações de alcançar maiores participações no mercado, ainda é o pressuposto: “Eu penso e você executa”. Nenhum ser humano se sujeita a isso 100%. Pode até tolerar por que precisa do emprego, mas o intolerável, mesmo sem perceber, é transformado em rebeldia.
Qual a melhor maneira de reverter essa situação? A experiência tem demonstrado que é preciso dar oportunidades às pessoas de participar mais diretamente na vida da organização. Não só executando, como também refletindo e buscando melhores níveis de desempenho, chegando a participar na execução das suas próprias idéias e sugestões. Isto é, provocando a capacidade criativa e desenvolvendo a competência coletiva, aprendendo uns com os outros.
Algo que aproxima e motiva muito as pessoas nas empresas é o aprendizado em equipe. O aprendizado não pode continuar sendo realizado como uma reação às crises, ou simplesmente reativo. Ele tem que ser planejado e executado como aliado indispensável em qualquer processo de mudança estratégica, de tal forma que seja um impulsionador convergente aos objetivos estabelecidos.
A nova onda nas empresas para desenvolver vantagens competitivas é a inovação por meio do potencial humano, popularmente chamada de gestão de RH. Pesquisas realizadas pelo Hay Group do Brasil e pelo Serasa de São Paulo, onde se pesquisaram as 185 melhores empresas na gestão de pessoas; constataram que as 35 melhores com relação ao clima organizacional tinham em média 38% de margem líquida maior.Isso, além de uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido 25% superior às outras.Essa é maior prova de que vale a pena investir nas pessoas e no desempenho da organização.
Não é a toa que vários empresários visionários já quantificaram os prejuízos que tem ao contratar impulsivamente e pelas simples indicações de parentes e amigos. Um grupo menor ainda está utilizando os meios de comunicação em massa, como televisão e a Internet para, por meio de jogos empresariais, selecionar aqueles que mais se destacam. É a Gestão com foco em pessoas.
Estas mudanças de mercado estão obrigando as empresas e líderes a mudar seu atual sistema de tomada de decisões, para um novo sistema que seja:
a) mais participativo, estimulando e valorizando as experiências e conhecimentos adquiridos;
b) mais rápido, com decisões tomadas por quem está mais perto do problema, e não pela complicada e burocrática linha hierárquica;
c) mais eficiente e eficaz, utilizando e compartilhando o conhecimento e a inteligência de um número maior de pessoas, e não apenas dos gerentes.
Minha intenção nesta serie de artigo é encorajar você empresário/diretor, para que se questione o tempo todo, aceite o desafio e desenvolva seu próprio modelo de gestão do negócio. Invista nos processos e na inovação por meio das pessoas. Até o próximo artigo!
Por Federico Amory (Consultor, professor e diretor da Amory Serviços S/C Ltda, especializada em Reestruturação organizacional e inovação na gestão do negócio - http://www.empresa-eficaz.com.br – mail to: ee@empresa-eficaz.com.br)
Parece que quanto mais se mexe, mais inconformidades aparecem, e sinceramente, creio que tem que ser assim. O questionamento sobre a eficácia e eficiência das funções gerenciais deveria ser permanente. Todos nós sabemos que a única coisa constante hoje em dia é a mudança e quem não se atualiza e se questiona, praticamente está andando para trás.Tanto no meio empresarial, como no acadêmico tem se dado muita importância aos modelos de gestão que permanentemente se renovam, e nas rodas de empresários, diretores e consultores, fala mais alto aquele que conhece a última sigla (em inglês claro!). Porém, pouca ou nenhuma importância está se dando a adequação das funções tradicionais de gestão, junto a essas modalidades e às próprias necessidades do mercado local.
Fico observando por exemplo, quando as pessoas assistem à palestras, congressos, workshop,seminário e outros eventos.Estão cheias de gás, entusiasmadas e determinadas a fazer acontecer e lutar contra a inércia e o comodismo dos condicionamentos.Mas quando começam a encontrar barreiras e até críticas por querer melhorar algum procedimento ou processo, acabam desistindo logo no terceiro ou quinto dia.
Então fico me perguntando, qual foi o objetivo de mandar esta pessoa para o seminário? Foi só para aprender alguma coisa? Ou foi para aplicar alguma melhoria na empresa? Se o motivo real é o primeiro, então, é melhor comprar alguns livros para ler. Custa menos e a pessoa não tem que se ausentar da empresa, perdendo um tempo precioso.
Um dos paradigmas que mais tem limitado as organizações de alcançar maiores participações no mercado, ainda é o pressuposto: “Eu penso e você executa”. Nenhum ser humano se sujeita a isso 100%. Pode até tolerar por que precisa do emprego, mas o intolerável, mesmo sem perceber, é transformado em rebeldia.
Qual a melhor maneira de reverter essa situação? A experiência tem demonstrado que é preciso dar oportunidades às pessoas de participar mais diretamente na vida da organização. Não só executando, como também refletindo e buscando melhores níveis de desempenho, chegando a participar na execução das suas próprias idéias e sugestões. Isto é, provocando a capacidade criativa e desenvolvendo a competência coletiva, aprendendo uns com os outros.
Algo que aproxima e motiva muito as pessoas nas empresas é o aprendizado em equipe. O aprendizado não pode continuar sendo realizado como uma reação às crises, ou simplesmente reativo. Ele tem que ser planejado e executado como aliado indispensável em qualquer processo de mudança estratégica, de tal forma que seja um impulsionador convergente aos objetivos estabelecidos.
A nova onda nas empresas para desenvolver vantagens competitivas é a inovação por meio do potencial humano, popularmente chamada de gestão de RH. Pesquisas realizadas pelo Hay Group do Brasil e pelo Serasa de São Paulo, onde se pesquisaram as 185 melhores empresas na gestão de pessoas; constataram que as 35 melhores com relação ao clima organizacional tinham em média 38% de margem líquida maior.Isso, além de uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido 25% superior às outras.Essa é maior prova de que vale a pena investir nas pessoas e no desempenho da organização.
Não é a toa que vários empresários visionários já quantificaram os prejuízos que tem ao contratar impulsivamente e pelas simples indicações de parentes e amigos. Um grupo menor ainda está utilizando os meios de comunicação em massa, como televisão e a Internet para, por meio de jogos empresariais, selecionar aqueles que mais se destacam. É a Gestão com foco em pessoas.
Estas mudanças de mercado estão obrigando as empresas e líderes a mudar seu atual sistema de tomada de decisões, para um novo sistema que seja:
a) mais participativo, estimulando e valorizando as experiências e conhecimentos adquiridos;
b) mais rápido, com decisões tomadas por quem está mais perto do problema, e não pela complicada e burocrática linha hierárquica;
c) mais eficiente e eficaz, utilizando e compartilhando o conhecimento e a inteligência de um número maior de pessoas, e não apenas dos gerentes.
Minha intenção nesta serie de artigo é encorajar você empresário/diretor, para que se questione o tempo todo, aceite o desafio e desenvolva seu próprio modelo de gestão do negócio. Invista nos processos e na inovação por meio das pessoas. Até o próximo artigo!
Por Federico Amory (Consultor, professor e diretor da Amory Serviços S/C Ltda, especializada em Reestruturação organizacional e inovação na gestão do negócio - http://www.empresa-eficaz.com.br – mail to: ee@empresa-eficaz.com.br)
domingo, 25 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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